sexta-feira, 14 de março de 2014

Vacina contra o HPV divide não apenas mães evangélicas, mas também a comunidade científica, que aponta falhas graves no tratamento


O boicote de algumas mães evangélicas à campanha de vacinação contra o vírus HPV – que é sexualmente transmissível – cresceu e rendeu discussões nas redes sociais e motivou reportagens especiais de grandes veículos de comunicação.
A iniciativa das mães evangélicas em proibir que suas filhas, com idades a partir de 11 anos, fossem vacinadas contra o HPV se deu por motivos religiosos – o princípio de que o sexo deve ser praticado somente após o casamento e numa relação de fidelidade.
A ideia de que, seguindo esses preceitos, as meninas evangélicas estariam prevenidas contra a infecção pelo vírus HPV no entanto foi questionada por leitores : “Esquecem que as meninas vão crescer, mesmo que casem virgem, poderão se apaixonar por qualquer um, ainda mais na igreja evangélica, que tem ‘ex-tudo’ (viciados, traficantes, prostitutos e prostitutas, pessoas que já fizeram de tudo). Não precisa saber o resultado disto né? HPV é só uma das doenças, alem de hepatite B, HIV, etc…”, ponderou Paulo Teixeira.
A linha de raciocínio também foi seguida pela leitora Sara de Pinho, que observou um segundo cenário possível e que justificaria a vacinação: “Ok, a melhor forma de prevenir qualquer DST é a fidelidade no casamento, mas isso precisa partir dos dois. E se uma dessas meninas casa com um cara que nem sequer sabe que tem HPV? Não é tomar a vacina que vai fazê-las querer experimentar o novo, mas educá-las de forma consciente é que vai afastá-la de atitudes inconsequentes”, exemplificou.
Eficácia
No entanto, mesmo com o argumento do ponto de vista religioso sob questionamento, há outros complicadores que orbitam a vacina, que é oficialmente chamada de Gardasil. Especialistas apontam que a infecção pelo HPV pode acontecer mesmo sem a prática sexual, sendo necessário apenas o contato íntimo para a transmissão.
Além disso, existem aproximadamente 100 subtipos do HPV e a vacina é preventiva para a maioria deles, mas existem alguns que ainda são resistentes ao Gardasil, de acordo com informações da Folha de S. Paulo.
Outro fator que coloca em xeque a vacina contra o HPV é o fato de ela não ter efeito sobre pessoas que já tenham algum subtipo do vírus. O Gardasil só surtiria o efeito de proteger a paciente dos subtipos pelos quais ela ainda não tivesse sido infectada, de acordo com o médico de família e comunidade Rodrigo Lima, que apresentou pontos questionáveis sobre o assunto durante o Congresso de Prevenção Quartenária no último mês de novembro.
Prevenção
O principal argumento a favor da vacinação contra o HPV é que, com a vacina, as meninas estaria protegidas contra a maioria dos subtipos do vírus, e com isso, evitariam a chance de formação de câncer de colo do útero.
No entanto, o câncer de colo do útero pode surgir por outros fatores, e sua evolução é considerada muito lenta pelos especialistas, pois leva em torno de dez anos e, através do papanicolau – indicado para mulheres entre 25 a 64 anos – é possível detectar fases precursoras do câncer, independentemente se a origem for a contaminação pelo HPV ou qualquer outro fator.
É consenso na comunidade médica que a vacina contra o HPV não exclui a necessidade de realização do exame papanicolau para a prevenção correta do câncer.
Efeitos colaterais
Já existem registros ao redor do mundo de casos de doenças graves atribuídas à vacina contra o HPV, como a síndrome de Guillain-Barré, esterilidade, falência ovariana e uveítes, além de diversas ocorrências de convulsões e desmaios após a vacinação.
Uma adolescente norte-americana gravou um vídeo relatando as complicações que teve após ser submetida à Gardasil como prevenção ao HPV. Ela revela que toda sua vida social foi arruinada por conta das fortes dores musculares e desmaios constantes, além da insensibilidade nas pernas em alguns momentos e de erupções na pele.
Como consequência das complicações, agora a jovem – antes saudável – precisa de acompanhamento médico constante e de diversas doses de remédio que minimizam os efeitos colaterais da vacina. Assista:

Na França o laboratório que produziu a vacina está sendo processado por diversas jovens que teriam sofrido problemas de saúde após tomarem a vacina, entre os efeitos apresentados estão cegueira e paralisia.
Há pouco tempo o Japão cancelou a distribuição da vacina devido aos efeitos adversos graves que afetaram a população.
Redes Sociais
Alguns internautas reunidos em grupos de discussão sobre saúde familiar compartilham links de estudos e reportagens em inglês sobre casos relacionados com o Gardasil. Numa dessas matérias, a doutora Sherrill Sellman fala ao portal I Health Tube sobre os vários complicadores da vacina contra o HPV.
Sellman diz que foram encontradas amostras com o virus HPV vivo nas vacinas que foram analisados em 17 países. O princípio das vacinas é que o vírus contra o qual elas devem proteger o organismo tem que estar morto.
Foram encontrados ainda traços de alumínio m amostras do Gardasil. A presença de alumínio no organismo pode causar inflamação no cérebro, e evoluir para uma infecção generalizada, resultando em perda de energia, habilidade de pensar, entre outros.
Entre outros pontos questionáveis levantados pela doutora Sherril Sellman estão o fato de que foram registrados casos de jovens diagnosticadas com câncer cervical logo após terem sido vacinadas. Há ainda o fato de que nenhum estudo sobre os efeitos da vacina a longo prazo foi produzido pela comunidade científica.
Links
Nos Estados Unidos existe um site onde adolescentes vítimas da vacina tentam explicar sobre os perigos: http://truthaboutgardasil.org/
No Brasil foi criado um grupo no Facebook falando sobre: https://www.facebook.com/groups/contravacinahpv/

Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/vacina-contra-hpv-comunidade-cientifica-falhas-tratamento-65824.html

FAZER DISCÍPULOS OU LOTAR TEMPLOS?

Foi o próprio Senhor Jesus quem estabeleceu as normas do propagação do evangelho. Eu não disse "propaganda" do evangelho; pois isso não envolve, necessariamente, aceitação. Eu disse "propagação", o que implica crescimento apreciável de um projeto. 

Jesus ordenou que seus seguidores formem uma "escola"; por isso, diz "...ensinai todas as nações... ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado..." (Mt 28.19-20). O resultado da atividade de uma escola tem que ser a propagação do que ela transmite. 

Em nossos dias, é possível perceber-se uma certa disposição para "facilitar" a obra evangelística, por causa da intenção "evangelástica". Em toda parte se ouvem instruções assim: "Se você entregar um folheto, já fez a obra!". "Seu testemunho (modo de viver) já é uma pregação!" Não foi isso que Jesus determinou!

Primeiro, evangelismo não é uma atitude ocasional; ou seja; por acaso, encontra-se alguém por aí, e simplesmente se lhe dá um folheto. Anda-se "bem direitinho na vida" para que os incrédulos "vejam Cristo em mim" e corram para a conversão. Errado! Cabe aqui o que Jesus falou aos fariseus, relativamente a outro assunto: "...deveis fazer essas coisas, e não omitir aquelas" (Mt 23.23). 

Devemos ter a preocupação de elaborar um processo de evangelização dos incrédulos; devemos fazer "escola", angariando discípulos, para ensinar-lhes tudo quanto Jesus mandou. 

Claro que os folhetos provocam a curiosidade, eles são "mídia". O bom comportamento social é dever de todo crente; mas é necessário que, além de um viver correto (que muitos incrédulos também têm), haja no crente o interesse em esclarecer a razão desse viver com dignidade (1 Pe 3.15). 

Jesus mandou fazer discípulos; não mandou fazer colegas do dia-a-dia. A Bíblia diz que "devemos ser mestres" (Hb 5.12). Discípulos são alunos, como tais devem ser levados a aprender; mas só aprende quem tem mestre, e mestre tem programa, não ensina ao acaso.

Assim, meus irmãos, é necessário separar-se o que é fazer "mídia" evangelística do que é cumprir a ordem de Jesus: Ide" (Mt 28.19). As igrejas têm que "construir" internamente, entre os seus membros, o processo de discipulado, sem abandonar a panfletagem ou outras mídias. Sem abandonar o dever de cada cristão relativamente à manutenção do bom nome.

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Fonte: Confeitaria Cristã. Divulgação: Púlpito Cristão.

O BRASIL NÃO É MAIS UM CELEIRO MISSIONÁRIO



Por Leonardo Gonçalves

Conheci a Cristo no final dos anos 90. Minha experiência de conversão se deu em uma igreja batista recém-plantada na minha cidade. Meu batismo e minha experiência de discípulo começou no inicio do ano 2000, na igreja Assembleia de Deus. Eu vivi uma parte do movimento AD2000 (1) e da chamada  “Década da Colheita” (2), e de certa forma toda minha geração foi influenciada por estes movimentos.  Uma e outra vez, escutávamos a frase: “O Brasil é um grande celeiro de missionário”. Por nossa pequena igreja passavam alunos da “Missão Horizontes” falando sobre a janela 10/40 e sobre como o brasileiro gasta mais com Coca-cola do que com o Reino de Deus. Após o culto, nós doávamos aquilo que tínhamos para as missões. Lembro-me de um diácono pobre doando um relógio a um missionário que havia perdido o seu em uma viagem de barco na Amazônia. Lembro-me também de um amigo que constrangido pela necessidade da obra e sem nada para doar, tirou dos pés um par de tênis Nike e colocou sobre o altar, voltando para casa descalço depois do culto. A gente dava o que tinha, e não era por causa de alguma promessa de retorno financeiro (como nas campanhas dos televangelistas atuais), mas simplesmente por amor e desejo de ver o evangelho avançando entre as nações da terra. Os jovens da igreja (e eu era um deles) eram muito ativos: organizavam jograis e teatros com temas missionários, e muitos de nós queríamos ser pastores ou missionários. Hoje, vários daqueles jovens com os quais cresci são pastores, evangelistas, missionários, obreiros em suas igrejas locais, e estão envolvidos de alguma forma com a grande comissão.

UMA IGREJA QUE RESPIRAVA MISSOES

Mas eu não consigo escrever este texto sem lágrimas nos olhos. Agora mesmo, sinto o peito doer e meus olhos se enchem de água ao me lembrar daqueles dias quando a gente vivia de maneira tão intensa, organizávamos vigílias, acampamentos de oração, visitávamos, evangelizávamos de verdade. Conheço um jovem em Cristo que aos 16 anos tinha uma rotina invejável: Ele fazia semanalmente visitas no hospital da nossa pequena cidade, e saia dali direto para o asilo contrabandeando doces e bíblias para os anciãos com quem passava parte do seu domingo. Por volta das 4 horas da tarde saia dali com outros meninos da sua idade, numa kombi velha da wolksvagen para realizar visitas em uma comunidade rural e "cooperar" com os irmãos de lá. As vezes a Kombi não vinha, e eles faziam o trajeto de 18 quilômetros de bicicleta. Quando chegavam a cidade novamente, era para tomar um banho e ir ao culto, ansiosos por ouvir a Palavra pregada e dispostos a participar, seja cantando, pregando, limpando ou fazendo qualquer outra coisa na igreja local. Durante a semana, ele e outros eram voluntários no “Desafio Jovem Liberdade” – centro de recuperação para usuários de drogas – muitas vezes saindo do trabalho direto para lá, para ensinar violão, passar algum tempo de comunhão com os internos e pregar no culto da noite. Esses rapazes respiravam missões.  

Na época, surgiam seminários com cursos rápidos, em média 2 anos, em regime de internato, onde a ênfase não era apenas preparar teólogos, mas obreiros. Trabalhavam-se questões como caráter, perseverança, domínio próprio, obediência, e grande parte das disciplinas do curso eram de viés missionário. Éramos confrontados com as biografias de William Carey, David Brainerd, Hudson Taylor, Adoniran Judson, George Miller, e nos inspirávamos neles. Criticava-se o modelo de seminário que formava apenas teólogos e falava-se muito em vocação ministerial. Escutávamos uma e outra vez que ser pastor é um dom e não uma profissão, e que o ministério é muito mais dar do que receber. O ponto alto das aulas era quando por lá passava algum missionário em transito, e contava as experiências vividas naquela terra desconhecida. Lembro-me de ter ouvido um desses missionários falando sobre o país dos Incas, e de como me senti desafiado pelo testemunho daquele jovem obreiro. À noite, enquanto orava por aquele país, discerni claramente a voz de Deus falando fortemente ao meu coração: “Eu te levarei ao Peru!”. Cai em pranto, sentindo um misto de temor e imensa alegria, pelo peso da responsabilidade e pela honra recebida. Sai do meu país em 2003, quando ainda se vivia a ressaca destes movimentos.

JOVENS QUE NÃO ALMEJAM O MINISTERIO

Hoje a igreja evangélica definitivamente não é a mesma. Ela nem sequer se parece com aquela igreja de 15 anos atrás. Cada vez que viajo ao Brasil, fico absorto com a secularização cada vez maior da igreja. Vejo uma igreja rica, muito rica, mas tremendamente ensimesmada. Em círculos tradicionais e na ala pentecostal clássica, pouco se fala em evangelismo e missões. Já os neopentecostais distorceram o conceito de evangelismo e missões transformando a igreja em uma pirâmide e implementando visões celulares das mais absurdas, substituindo paixão missionária por obediência cega a um líder autoritário. Se antes os jovens desejavam o ministério, a geração atual foge dele. É comum ver rapazes de moças de vinte e poucos anos com altos salários, comprando carros importados, fundando empresas, empreendendo e ganhando muito dinheiro. Os pastores destas igrejas sofrem, pois tem que se desdobrar em mil ofícios para atender as necessidades do rebanho, já que ninguém quer se envolver no ministério e sacrificar as horas de descanso para cuidar das necessidades alheias. Alguns poucos ainda ousam se envolver com missões, mas raramente em tempo integral. Ao invés disso, doam parte das suas férias para servir em algum país exótico, e passam 4 ou 5 dias visitando alguma igreja local,  e o resto das férias em alguma praia paradisíaca do Índico ou do Pacífico. Não trabalham nada, mas tiram umas quinhentas fotos com crianças locais e chegam a suas igrejas com testemunhos fantasmagóricos acerca de como salvaram o mundo em seis dias e ensinaram os pastores e missionários locais a pastorearem suas igrejas. 

MISSIÓLOGOS DE INTERNET QUE NUNCA SE ENVOLVERAM COM MISSOES

O conceito de missão tem sido banalizado por uma geração hedonista mais preocupada com seus prazeres do que com glorificar o Cristo entre as nações. Para justificar sua falta de coragem para encarar o campo missionário, criam-se as mais distintas agencias missionárias, muitas das quais não enviam e nem sustentam nenhum missionário, dedicando-se apenas a recrutar voluntários para viagens de ferias, exatamente do tipo que mencionei no último parágrafo. Diga-se de passagem, o dinheiro gasto por uma equipe de voluntários de férias, se fosse doado integralmente a alguma missão séria que trabalhe entre os autóctones, daria para sustentar cerca de 10 obreiros durante um ano. Crer que 20 brasileiros em uma semana podem fazer um melhor trabalho que um obreiro nacional em um ano é um sofisma, mas parece ser este o pensamento predominante nessas missões recém-criadas no Brasil (as exceções conformam a regra).

Embora não estejamos mais tão engajados com missões transculturais, nunca tivemos tantos “ESPECIALISTAS” em missões! Meninos de vinte anos, com pouca ou nenhuma formação teológica, sem experiência de vida ou ministério e cujo maior esforço missionário foi falar de Jesus para o colega de classe, editam blogs e vlogs, dão opiniões e organizam conferencias missionárias onde eles mesmos são os preletores. Recentemente um desses palpiteiros da internet, um garoto de 20 anos, escreveu um livro sobre missões. Muita gente elogiou a atitude do rapaz e não encontrei ninguém, nem mesmo entre a velha guarda evangélica (que também é ativa nas redes sociais) para colocar freio na arrogância do moleque que escreveu suas 120 paginas sobre um assunto que ele nunca experimentou de fato. Há algum tempo recebi duas equipes de voluntários na cidade de Piura, onde desde 2008 temos desenvolvido alguns projetos missionários. Um dos rapazes que nos visitou, ainda nem tinha barba no rosto, mas logo se apresentou como consultor em missões. Segundo ele, varias igrejas no Brasil contam com seus conhecimentos de consultoria. Isso me parece estranho, se considerarmos que ele nunca foi missionário de fato, apenas participou de algumas palestras com ênfase na famigerada e pouco eficaz Missão Integral (3). Recebi deste garoto que nunca fez missões, diversos conselhos sobre como treinar meus obreiros e torná-los mais efetivos. Outros chegam já satanizando a cultura, tendo visões esquisitas acerca de demônios territoriais e correntes que estão aprisionando nossa igreja e missão, algo muito esquisito e sem bases bíblicas em minha opinião. 

UMA JUVENTUDE QUE QUER ENSINAR, MAS NÃO SE PRONTIFICA A APRENDER

Durante os dois últimos meses visitei varias igrejas no Brasil e por onde passei, desafiei pessoas para virem ao campo missionário no Peru, e o máximo que consegui foram uns garotos meio-hippies dispostos a vir salvar o mundo em uma semana e ensinar os pastores a pastorear suas igrejas. Todos os rapazes com quem falei queriam vir e ditar seminários, palestras, conferências, treinamento para pastores, e não atentavam para o ridículo das suas propostas, já que eles mesmos nunca pastorearam nem suas próprias famílias. No entanto, nenhum deles se mostrou disposto a passar ao menos um ano trabalhando de forma sistemática e fiel junto aos nativos, participando da vida, da luta e das dores do povo, compartilhando a comida e vivendo a verdadeira essência da missão. Todos queriam ensinar, ninguém estava disposto a viver. Todos queriam vir e impor; ninguém estava disposto a vir, viver e receber. Todos queriam formar obreiros, ninguém queria ser formado como obreiro. Todos queriam vir correndo e voltar; ninguém estava disposto a vir e permanecer. Cada um tinha uma visão diferente para a igreja peruana, mesmo sem ter conhecido de perto este campo missionário. Todos tinham receitas exatas para fortalecer o ministério local, mas ninguém queria servir no ministério. Muitos reis, nenhum servo. Como diria o pastor Kolenda, de saudosa memória, simplesmente “muito cacique para pouco índio”.

UMA IGREJA SECULARIZADA QUE NÃO AMA MISSOES

Não posso dizer exatamente onde foi que a igreja errou (não se preocupem, deve ter algum conferencista de vinte anos capaz de decifrar este mistério!). Porém, mesmo sem saber exatamente, acredito que alguns fatores são visíveis e fáceis de discernir: economia estável, bons empregos, oportunidade de fazer duas, três, quatro faculdades, anos de pregação antropocêntrica que exclui o sacrifício como parte da experiência cristã, tudo isso contribuiu para uma horrível secularização da igreja. Se eu fosse dispensacionalista, não teria dificuldade em aceitar que a igreja está vivendo a “Era de Laodicéia”. A igreja de Laodiceia e a igreja brasileira são irmãs: As duas são ricas materialmente, ensimesmadas, autossuficientes. As duas estão corroídas pelo pecado, empobrecidas de galardão e cegas quanto a sua real situação.  Se há algumas décadas dizia-se que o Brasil era um celeiro de missões, hoje tenho certeza que este título deve pertencer a algum outro país: China, Índia, Coreia do Sul, talvez... Mas definitivamente, esse título já não se pode aplicar ao Brasil.

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Leonardo Gonçalves é missionario há 11 anos. Neste período ajudou a plantar e consolidar igrejas no Brasil, Argentina (Patagonia e provincia de missiones), e no norte de Peru. Desde 2008 vive na cidade de Piura, envolvendo-se na plantação de 7 igrejas autóctones. O Projeto Piura sustenta hoje 6 obreiros autoctones e ajuda a 60 crianças provindas de comunidades carentes do Peru.

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NOTAS:

1. O Movimento Ano 2000 (AD 2000) surgiu de uma reunião em janeiro de 1989, em Singapura, onde foi realiazada uma Consulta Global de Evangelização Mundial para o ano 2000 e Além. Esta consulta deu origem ao movimento denominado AD 2000, cujo enfoque eram os povos não alcançados da chamada ‘janela 10/40’.


2. A Década da Colheita foi o resultado de um encontro de líderes das Assembleias de realizado nos Estados Unidos, em 1988. Foram também estabelecidas metas bem claras para a AD no Brasil, para serem alcançadas até o ano 2000: (1) Levantar um exército de três milhões de intercessores; (2) Ganhar 50 milhões de almas para Cristo; (3) Preparar 100 mil obreiros dispostos a trabalhar na seara do Mestre. (4) Estabelecer 50 mil novas igrejas em todo o Brasil; e (5) Enviar novos missionários para outras nações.

3. Não é que eu me oponha totalmente a Missão Integral. Minha crítica a este movimento pode ser resumida em poucos pontos: (1) A terminologia Missão Integral é, por si, uma redundância. Se é missão cristã, deve ser integral, e se não for integral (no sentido de total), não é missão. (2) Os promotores da Missão Integral no Brasil parecem se inspirar mais no marxismo do que na Bíblia. Um dos líderes desse movimento chega a apresentar o comunismo como uma ideia bíblica de comunidade. Ora, confundir comunidade cristã com uma ideologia que foi responsável por milhões de mortes no mundo, incluindo muitos cristãos, é uma boçalidade. (3) O discurso da Missão Integral tem servido de plataforma política para ideias esquerdistas, e sua super-ênfase no social tem levado alguns a pregar um conceito que beira a salvação pelas obras, algo abominável do ponto de vista bíblico. (4) Nunca vi um leprosário criado ou mantido por adeptos da Missão Integral.

Fonte: http://www.pulpitocristao.com/2014/03/o-brasil-nao-e-mais-um-celeiro.html#.UyM6wPldV1Y
Em meio às discussões sobre a legalização da maconha em diversos países do mundo e a recente liberação do uso da erva para fins recreativos em dois estados norte-americanos, a filha de um pregador escolheu seu lado no debate e afirmou que a cannabis é um presente divino.
Aimee Curry, 39 anos, filha de um pastor que é contra o uso da maconha, afirmou à rede de televisão CNN que a erva foi posta por Deus no mundo, e que embora alucinógena, tem poderes de aliviar a dor, o que é cientificamente comprovado.
A mulher sofreu um acidente de carro em 1992 e sofre com as sequelas desde então. De acordo com Aimee, o uso da maconha com finalidade medicinal garantiu que os espasmos musculares contínuos e dolorosos que ela sofre fossem minimizados.
Na entrevista, Aimee disse respeitar a opinião de seu pai, e afirmou que só voltará a usar a droga caso as dores voltem, mas ponderou que sua interpretação do que a Bíblia diz sobre o tema é de que o conselho das Escrituras são para não abusar, e não proibir.
Muitos líderes evangélicos são contrários ao uso recreativo da maconha, por entenderem que a erva pode viciar. De acordo com o Christian Post, o pastor John Piper afirmou recentemente que a Bíblia enumera motivos para abster-se dela, e destacou que o fato de o corpo ser o templo do Espírito Santo é a principal razão.

Outro líder cristão, Greg Stier, dirigente do ministério Dare 2 Share, seguiu a mesma linha de pensamento e frisou que a cannabis pode causar efeitos colaterais em menores de 21 anos, além de que o uso de entorpecentes pode levar à libertinagem. “Somos chamados de peculiares, diferentes e até mesmo ‘estranhos’ quando nos entregamos à causa de Cristo. Esta peculiaridade brota das escolhas que fazemos ao nadar contra a maré de uma cultura comprometida. Estas escolhas fluem de uma cabeça clara e de um coração puro, o que resulta um peculiar (mas ainda convincente) estilo de vida”, declarou.

Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/filha-pastor-maconha-erva-presente-deus-65870.html

Portas Abertas distribui Bíblias para cristãos da Síria

O ministério Portas Abertas enviou em 2013 não apenas alimentos e ajuda financeira, mas também Bíblias para os cristãos da Síria. No ano passado foram distribuídas mais de 50 mil exemplares do Livro Sagrado e também outros livros cristãos para o fortalecimento espiritual desses irmãos que vivem em um país devastado pela guerra.
Recentemente um carregamento de 15 mil Bíblias em Ação, Bíblia ilustrada voltada para jovens, chegou na Síria e foi distribuído para cristãos de diferentes áreas do país.
“A Bíblia em Ação possui uma alta qualidade de impressão. Gostamos muito! Cerca de 1.500 cópias foram enviadas diretamente para [a cidade de] Homs”, disse cristão da cidade.
Um dos colaboradores da Portas Abertas comentou o entusiasmo desse cristão (os nomes não são revelados por motivos de segurança) dizendo que eles precisam não apenas de respostas para suas necessidades físicas, mas também espirituais.
“Vemos muitos muçulmanos questionando sua religião por causa da violência entre os sunitas e alauítas. E também porque veem que as igrejas os ajudam enquanto as mesquitas não”, disse esse colaborador.
As 16 toneladas de literatura cristã foram divididas entre Damasco, Aleppo e Homs e entre todos os livros a “Bíblia em Ação” foi a mais elogiada pelos pastores.
O carregamento de Bíblias na Síria precisa de muito cuidados, pois do ponto de chegada até as cidades onde os livros foram distribuídos é preciso passar por muitos pontos de inspeção. “Eles fazem muitas perguntas e sempre tomamos cuidado com os sequestradores. Eu ficava muito preocupado por estar na estrada com uma quantidade grande de livros cristãos e ajuda financeira para as famílias”, disse um cristão que trabalha na equipe em Homs.
Esse voluntário percebe a importância desses livros na vida dos cristãos sírios e compartilha uma história que ele vivenciou: “Um homem de 37 anos de Al Qusayr fugiu com a família para um lugar mais seguro na província de Homs. Ele se converteu através de nossas visitas. Em consequência disso, conseguiu levar sua família inteira para o Senhor! O homem agora estuda a Bíblia. Ele expressa gratidão pela literatura que lhe demos, dizendo: ‘Estes livros realmente têm me ajudado a criar melhor meus filhos. Meu entusiasmo com eles me fez compartilhá-los com as pessoas ao meu redor’.”
Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/portas-abertas-distribui-biblias-para-cristaos-da-siria/

Fred é um “irmão exemplar”, dizem fiéis da Comunidade Internacional da Zona Sul sobre o atacante da Seleção

Fred é um “irmão exemplar”, dizem fiéis da Comunidade Internacional da Zona Sul sobre o atacante da Seleção
O atacante Fred vem ocupando as manchetes das sessões de esporte dos jornais e portais de notícias por conta das lesões sofridas recentemente. Porém, há pouco tempo, sites de celebridades passaram a noticiar a conversão do atleta do Fluminense e da Seleção Brasileira.
As informações sobre o assunto eram baseadas em declarações de fiéis que frequentam a Comunidade Internacional da Zona Sul, no Rio de Janeiro. O assunto da conversão do atacante foi abordado até na coletiva de imprensa do técnico do clube, Renato Gaúcho, que duvidou que Fred tivesse se convertido.
Porém, às vésperas da Copa do Mundo, o principal atacante da Seleção está sob o escrutínio da imprensa, que busca informações sobre todos os aspectos de sua vida para tentar compreender a psique do atleta e elaborar previsões sobre seu desempenho na competição que será disputada em 12 cidades brasileiras.
Nesse contexto, um dos cultos celebrados pela Comunidade Internacional da Zona Sul foi visitado pela reportagem do GloboEsporte, que registrou a presença do atacante com foto, exatamente como descrito anteriormente por outros fiéis: discreto, participativo, com a Bíblia embaixo do braço e atento à mensagem.
“Ele andou meio sumido nos últimos tempos, mas desde janeiro passou a frequentar de novo. Sempre vem sozinho. Senta na primeira fila. É um irmão exemplar: vem com bíblia em mãos, canta e faz as orações”, comentou uma das fiéis entrevistadas. “Pode apostar. Ele se converteu e deixou Jesus entrar na sua vida”, acrescenta outro frequentador.
O resumo unânime dos fiéis sobre a postura de Fred, no entanto, ganha uma informação extra que fugia ao conhecimento público: “Ele é reservado, não gosta de exposição demasiada. Assuntos pessoais como família, filha… Nem levo a ele. Ele gosta de se preservar. Ele frequenta a igreja desde cedo. Só veio à tona agora”, revelou Francis Melo, assessor de imprensa do atacante.
A postura de discrição é uma coisa que, aparentemente, se destaca aos olhos de todos: “Aqui, ele é mais um. E nós, juntos, formamos uma família. Não nos interessa o jogador Fred, mas o irmão Fred”, diz outro fiel.
A dúvida sobre sua sinceridade e devoção não existe na cabeça dos irmãos em Cristo, e até as declarações de Renato Gaúcho sobre o tema receberam resposta dos frequentadores da igreja: “Foi um deboche. Renato fala sem saber, sem conhecer. Deveria vir aqui e ver como funciona…”
Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/fred-exemplar-fieis-comunidade-internacional-zona-sul-65873.html


terça-feira, 11 de março de 2014

Evangelista supera deficiência física para pregar o evangelho e mobiliza multidões


Evangelista supera deficiência física para pregar o evangelho e mobiliza multidões
Um evangelista da República Dominicana tem encarado suas maiores dificuldades físicas para levar pregar o evangelho por onde passa. Manuel Martínez Febles, de 40 anos, sofreu poliomielite quando tinha três anos e nove meses de idade, o que afetou sua capacidade de se mover, mas isso não se tornou obstáculo para o exercício de seu ministério.
Apesar de ter dificuldade para mover as pernas, o que prejudica sua locomoção e também sua postura física, Febles tem mobilizado multidões, e levando centenas de pessoas à conversão ao evangelho em muitos lugares na República Dominicana e em diferentes lugares onde é chamado a pregar.
De acordo com o jornal Diario Libre, Febles é admirado por muitas pessoas por seu “valor espiritual inestimável”, e tem sido citado como um dos pregadores evangélicos mais populares de seu país. Sua pregação, marcada por sua força de vontade e confiança ao falar, tem marcado a vida de muitas pessoas, em conferências e cultos nos quais é convidado a pregar.
O pregador conta que já sofreu muito preconceito por causa de sua deficiência, desde sua infância, quando era chamado de “menino macaco” pelas outras crianças quando jogava bola em sua vizinhança, até quando pediu sua esposa em casamento. Ele relata que quando pediu Maria Luisa, hoje sua esposa, em casamento foi rejeitado pela família dela, que duvidava de sua capacidade de manter uma família e até mesmo de ter filhos.
Hoje, com dois filhos, Maria Luisa afirma ser uma mulher completamente feliz por ter Manuel Martinez como marido e afirma: “Apesar de sua deficiência, ele me deu tudo, é amoroso, bom homem e um excelente pai”.
Afirmando que muitos, apesar de terem as duas pernas, se limitam a projetar a realizar, o pregador alerta para que as pessoas deixem suas limitações de lado e se aproximem de Deus.
"Está na hora de acabar com as limitações, com o pecado, para se aproximar de Deus, porque os dias são maus e perigosos, tendo caminhos que parecem direitos ao homem, mas são os caminhos da morte " afirma o pregador.

Fonte: Gospel Mais

Deixar a Ansiedade de lado e confiar plenamente no Senhor Jesus


Por Norbert Lieth em Encontre a Paz

A tarefa mais difícil dos cristãos

"Pois ele te livrará do laço do passarinheiro e da peste perniciosa. Cobrir-te-á com as suas penas, e, sob suas asas, estarás seguro; a sua verdade é pavês e escudo" (Sl 91.3-4).

Embora em muitas passagens da Bíblia tenhamos promessas da fidelidade, da provisão e da proteção de Deus, a tarefa mais difícil dos cristãos, a meu ver, consiste em seguir a ordem expressa nas três palavras "não andeis ansiosos".

Uma senhora idosa disse certa vez que havia sofrido muito, principalmente por causa de preocupação e medo de coisas que nunca aconteceram. Corrie ten Boom disse sobre este assunto: "Eu creio que, quando nos preocupamos, praticamente nos comportamos como ateus. Ou cremos em Cristo, ou não cremos. Ele disse: "Eu venci o mundo". Ele venceu? Ou Ele apenas nos prega uma peça de mau gosto?"

Muitas vezes procedemos como pessoas que usam o elevador, mas não colocam a pesada mala no chão, preferindo segurar todo o peso. Na verdade somos crentes, mas simplesmente não nos aventuramos a entregar a nossa carga de preocupações Àquele que quer se preocupar conosco, que cuida de nós e nos conclama na Bíblia: Não se preocupem!

Na prática, como demonstramos que "não nos preocupamos com nada"? Filipenses 4.6-7 nos diz: "Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graça. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus."

"Não se aflijam com nada; ao invés disso, orem a respeito de tudo; contem a Deus as necessidades de vocês, e não se esqueçam de agradecer-Lhe suas respostas" (Fp 4.6, A Bíblia Viva).

A exortação de Deus "Não andeis ansiosos" não é um conselho amoroso, um desejo ou um pedido, mas uma ordem! Nela somos chamados a assumir a tarefa mais pesada dos cristãos.

De fato existem muitas coisas que podem nos preocupar. Problemas familiares: o que será dos nossos filhos? o que acontecerá se eu perder o emprego – o dinheiro ainda será suficiente para todos? Nos negócios: no último ano as coisas correram bem. Mas neste novo ano, será que venceremos todos os obstáculos? Outras preocupações: medo de câncer, medo de infarto, de qualquer outra doença ou de um acidente. Medo de alimentos que prejudicam a saúde, da morte repentina, da guerra, da inflação... Talvez sobre a prancheta com a lista das preocupações até existam coisas das quais poderíamos dizer: "Nesse caso, tenho razão em me preocupar". Todavia, simplesmente devemos concordar que esse procedimento é totalmente contrário à ordem de Deus: "Não andeis ansiosos de cousa alguma".

Racionalmente nos preocupamos de fato, mas o cuidado de Deus está acima do nosso entendimento. Por isso também está escrito a esse respeito: "Não andeis ansiosos... E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus" (Fp 4.6-7). A paz que Deus dá excede e vence qualquer dúvida da nossa mente e supera todas as ansiedades, pois está enraizada na pura confiança em Deus. Em todas as lutas da vida, quando Ele enche nosso coração com paz celestial, guarda-nos na comunhão com Cristo Jesus.




Não andeis ansiosos, porque grande é o Senhor

Por que a Bíblia insiste tanto em, como cristãos renascidos, não nos preocuparmos? "Não andeis ansiosos..." Porque nisso resplandece a grandeza de Deus que excede a tudo. O Eterno, o Guardador da nossa vida, é tão poderoso e tão preocupado conosco que realmente não precisamos estar ansiosos por nada. É uma honra para Ele assumir todas as nossas preocupações. Por isso Pedro diz: "lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós"(1 Pe 5.7).

Certamente, uma coisa não funciona sem a outra. Somente quando lançamos todas as nossas ansiedades sobre o Eterno, Ele também cuida de nós. Mas se arrastamos as nossas ansiedades junto conosco, então nós mesmos criamos muita aflição, muito sofrimento e muita inquietação. Além disso, toda preocupação não adianta nada, pois o próprio Senhor Jesus diz: "Qual de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua vida... vosso Pai celeste sabe que necessitais de todas elas" (Mt 6.27 e 32b). Quem assim mesmo tenta resolver sozinho seus próprios problemas mostra que não reconhece a grandeza de Deus, ou seja, torna o Senhor pequeno e rouba-Lhe a Sua honra!

A seguir quero fazer algumas perguntas que podem ser úteis para você:

- Você crê que o Senhor Jesus ouve as orações?
- Você crê que Deus cuida de nós?
- Você crê que Deus zela pelos nossos interesses?
- Você crê que Deus consegue resolver mesmo as nossas maiores dificuldades?
- Você crê que nada em nossa vida passa despercebido para o Senhor Jesus?
- Você crê que Deus é Todo-Poderoso?
- Você crê que Deus nos dirige e faz com que tudo contribua para o nosso bem?

Se você pode responder a todas estas perguntas afirmativamente – então, por que ainda se preocupa?

Racional e teoricamente sabemos tudo muito bem; sabemos de cor promessas como, por exemplo, o Salmo 23; somos instruídos e crescemos no discipulado cristão; podemos testemunhar de experiências que fizemos com o Senhor – mas, mesmo assim, ainda não aprendemos a entregar as nossas preocupações totalmente ao Senhor. Quando surgem novos problemas, voltamos a nos preocupar e ficamos ansiosos, exatamente como fez Israel no deserto. Assim vemos que a ordem "não andeis ansiosos" é de fato uma das tarefas mais difíceis do verdadeiro cristão.

Bill Bright disse certa vez em relação a 1 Pedro 5.7: "Reconheci que, em minha vida, ou sou eu que carrego os fardos ou é o Senhor Jesus. Não podemos carregá-los juntos, e eu decidi lançá-los sobre Ele."

Não se preocupar, naturalmente, não quer dizer que os problemas são retirados de nós instantaneamente, mas sim que é levado o peso que esses fardos representam em nossas vidas. Os problemas nem sempre são solucionados imediatamente, mas somos libertos da pressão deles. Então podemos experimentar o que diz o Salmo 68.19b:"Bendito seja o Senhor que, dia a dia, leva o nosso fardo! Deus é a nossa salvação". A Bíblia Viva diz: "Louvado seja o Senhor! Ele leva nossos problemas e nos dá a sua salvação."

Quão grande é o Senhor? A Bíblia está cheia de exemplos da providência de Deus para com o Seu povo e para com os Seus filhos:

Israel esteve por 40 anos no deserto. Nunca faltou pão e água aos israelitas, e suas sandálias não se gastaram nos seus pés (Dt 29.5). Quando Josué e Calebe entraram na Terra Prometida, ainda tinham nos pés as mesmas sandálias que usavam quando saíram do Egito!

Nenhum pardal cairá no chão sem o consentimento do Pai. Alguém disse: "Deus participa do funeral de cada pardal". Quanto mais preciosos somos nós do que um pardal (Lc 12.6 e Mt 10.29)?!

Ele veste os lírios no campo com glória e esplendor maiores que a glória de Salomão (Mt 6.28-30). Ele que se preocupa com cada boi, quanto maior cuidado tem de nós (1 Co 9.9-10)!

Jesus Cristo, o Bom Pastor, toma sobre Seus ombros cada ovelha perdida que encontra (Lc 15.3-7) como o sumo sacerdote trazia sobre seus ombros e sobre seu peito os nomes das doze tribos de Israel (Êx 28.6-29).

E Jesus é o grande Sumo Sacerdote. Nossos nomes estão gravados nas Suas mãos. Na cruz Ele nos sustenta plenamente (Is 49.16).

Ele conta os cabelos da nossa cabeça, e nossas lágrimas são recolhidas por Deus e inscritas no Seu livro (Mt 10.30 e Sl 56.9). Qual pai ou mãe já fez isso, alguma vez, com seus filhos?

Nenhuma arma forjada contra nós prosperará (Is 54.17); nós somos como a menina do Seu olho (Zc 2.8).

Não submergiremos nos rios e não queimaremos no fogo (Is 43.2).

Em toda a nossa angústia Ele é angustiado (Is 63.9).

Aquele que nos guarda não dormita nem dorme (Sl 121.3-4).

Ele nos compreende mesmo sem palavras, disse o rei Davi (Sl 139.2).

Ele é tão grande que entregou Sua vida por nós (Jo 10.11), e não cuidaria de nós todos os dias?

Ele nos carregará até que tenhamos cabelos brancos e cuida de nós "desde o princípio até ao fim do ano" (Is 46.4 e Dt 11.12).

E em Hebreus 13.5 lemos: "De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei".
Grande é o Senhor




Por que não devemos nos preocupar

1. Porque as preocupações são desnecessárias

Não estamos expostos ao destino cruel, nem entregues ao acaso. Pelo contrário, está escrito que Ele – por amor do Seu nome – nos guia pelas veredas da justiça (Sl 23.3).

Quando Rute procurou ansiosamente um campo de cereal maduro para poder sobreviver com sua sogra, está escrito:"Por casualidade entrou na parte que pertencia a Boaz" (Rt 2.3). Isso foi mero acaso, ou foi o Senhor que a dirigiu? Quando Rute voltou para sua sogra Noemi com batante cevada e lhe contou tudo, será que ela disse: "Oh, que coincidência!"? Não, ela sabia muito bem que isso fora o cuidado de Deus por elas e se regozijou, dizendo: "Bendito seja ele (Boaz) do Senhor, que ainda não tem deixado a sua benevolência nem para com os vivos nem para com os mortos" (v. 20). A graça e o fiel cuidado de Deus estavam por detrás da vida dessas duas mulheres.

2. Porque as preocupações não adiantam

De maneira nenhuma elas são capazes de solucionar algum problema. Certa vez, alguém disse: "As preocupações nunca eliminam as dores do futuro, mas acabam com o poder do presente." Com preocupações não podemos prolongar nossa vida (Mt 6.27).

3. Preocupações são nocivas

Li recentemente que as enfermidades psicossomáticas têm aumentado muito. Muitas úlceras, problemas cardíacos e outras doenças têm sua origem nas preocupações. Elas provocam tensões, mau humor e nervosismo.

4. Preocupações nos tiram a liberdade

Corrie ten Boom disse: "Provavelmente as preocupações são nossos carcereiros mais constantes."

5. Preocupações são pecado

A Bíblia diz: "tudo o que não provém de fé é pecado" (Rm 14.23b). Preocupações põem em dúvida a sabedoria e o poder de Deus. Elas insinuam que Ele não age, que não se importa conosco e que não se interessa por nós.




A cruz – expressão máxima da preocupação de Deus conosco

A cruz do Calvário é o lugar onde podemos descarregar todas as nossa ansiedades e preocupações, todos os pecados, todas as aflições. A cruz é a maior prova do cuidado de Deus por nós, ali temos ajuda. Justamente na cruz, o Senhor nos mostra o quanto está preocupado conosco. Está escrito em João 19.25-27: "E junto à cruz estavam a mãe de Jesus, e a irmã dela, e Maria, mulher de Clopas, e Maria Madalena. Vendo Jesus sua mãe e junto a ela o discípulo amado, disse: Mulher, eis aí teu filho. Depois, disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. Dessa hora em diante, o discípulo a tomou para casa." Até em meio ao Seu próprio sofrimento, quando estava dependurado na cruz, cheio de dores, o Senhor se preocupou com Sua mãe e com Seu discípulo João. Que maravilhoso exemplo do amor e do cuidado de Deus!

Devemos levar todas as nossas preocupações até a cruz; nesse sentido, Paulo também nos diz: "Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças" (Fp 4.6).

Assim como não devemos nos preocupar por "coisa alguma", devemos fazer conhecidas "em tudo" as nossas petições a Deus, com ações de graça. "Em tudo" significa que não existem coisas, por mais pequeninas ou maiores que sejam, pelas quais não devêssemos orar. Não deveríamos administrar algumas coisas por nossas próprias forças, deixando outras por conta de Deus. Nosso Pai celeste tem poder para resolver todos os nossos problemas.

Devemos orar e suplicar "com ações de graça". Devemos agradecer ao Senhor por benefícios já recebidos e agradecer no presente pela certeza dos benefícios futuros. "E esta é a confiança que temos para com ele: que, se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve. E, se sabemos que ele nos ouve quanto ao que lhe pedimos, estamos certos de que obtemos os pedidos que lhe temos feito" (1 Jo 5.14-15).

Fonte: http://blogdopcamaral.blogspot.com.br/2014/03/deixar-ansiedade-de-lado-e-confiar.html

Pastor de Pastores: Influente Líder da ‘Palavra da Vida’ Converte-se ao Catolicismo

“Vimos a lógica de ter uma estrutura sólida de sacerdócio, que mantém a fé da Igreja e a passa de uma geração para a seguinte e uma força moral e ética consistente que que se atreve a enfrentar a opinião pública”, escreveu o Pr. Ulf Ekman. 


Um influente pastor protestante na Suécia anunciou no domingo que vai se converter ao Catolicismo, juntamente com a sua mulher. 

Ulf Ekman fundou e liderou, durante mais de 30 anos, uma igreja de grandes dimensões na Suécia. Ao longo desse tempo enviou missionários para dezenas de países, fundou a maior escola bíblica e construiu a maior igreja da Escandinávia, fundou um programa de media com estações de televisão nos cinco continentes e publicou livros em mais de 60 línguas. 

A sua Igreja, Palavra da Vida, tem mais de 3000 membros permanentes, uma escola com mais de mil alunos e pelo menos 12 pastores ao serviço. 


Ekman, que era conhecido também como “pastor de pastores”, pela influência que tinha sobre ministros protestantes, chocou grande parte dos seus seguidores durante uma homilia no passado domingo, ao anunciar que depois de longa reflexão tinha decidido entrar para a Igreja Católica. 

Num comunicado publicado no site do seu ministério, Ekman escreve que nos seus contactos com a Igreja Católica: “Encontramos um grande amor por Jesus e uma teologia sã, fundada na Bíblia em dogma clássico. Experienciamos a riqueza da vida sacramental. Vimos a lógica de ter uma estrutura sólida de sacerdócio, que mantém a fé da Igreja e a passa de uma geração para a seguinte. Encontramos uma força moral e ética consistente que se atreve a enfrentar a opinião pública, e uma simpatia para com os pobres e fracos.” 

Ekman conclui dizendo que um dos passos decisivos foi ter entrado em contato com representantes de movimentos carismáticos católicos, grupos que no seu estilo de celebração estão próximos dos protestantes, mas que se encontram em comunhão com Roma. 

O casal deixa claro que a decisão diz respeito unicamente a eles e que "nem faria sentido" terem tentado fazer uma integração de toda a "Palavra da Vida" na Igreja Católica.

A entrada de Ekman para a Igreja Católica é um fato muito significativo num país muito descristianizado. Embora a maioria dos suecos pertença, nominalmente, à Igreja da Suécia, que é de tradição luterana, sondagens revelam que apenas 18% da população acredita em Deus de uma forma compatível com o Cristianismo. Apenas 2% da população é católica. 
 



Fonte: http://www.genizahvirtual.com/2014/03/pastor-de-pastores-influente-lider-da.html#ixzz2vgIfvrK5

Espíritas são mais fiéis que evangélicos, diz Edir Macedo

Espíritas são mais fiéis que evangélicos, diz Edir MacedoEspíritas são mais fiéis que evangélicos, diz Edir Macedo
Em um vídeo postado no canal da TV Universal o bispo Edir Macedo aparece dando um recado aos evangélicos criticando a falta de entrega de muitos crentes. Macedo conta que já foi espírita e diz que os espíritas são mais fiéis aos espíritos que os evangélicos a Jesus.
“Você, por exemplo, que conhece uma pessoa que conhece a feitiçaria, essa pessoa ela se entrega, ela se dá, não mede esforços para obedecer aos guias”, disse ele.
Enquanto isso, diz Macedo, os evangélicos estão domingo na igreja e já na segunda estão assistindo novelas. “O povo evangélico em geral não está nem ai para a Palavra de Deus”.
“Como uma pessoa pode ter sua vida prospera se ela tem a sua fé apenas quando está na igreja, mas quando ela não está na igreja ela está ligada na novela ou está ligada na balada?”, questiona.
O fundador da Igreja Universal do Reino de Deus diz que as pessoas que não praticam a fé ficam desesperadas quando vêm os dias maus. “É por isso que a maioria dos evangélicos está perdida, porque tem uma fé religiosa”, disse ele.
Assista:
)

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/espiritas-fieis-evangelicos-edir-macedo/

Líder da Coréia do Norte ordena execução de 33 pessoas por se converterem ao cristianismo


Líder da Coréia do Norte ordena execução de 33 pessoas por se converterem ao cristianismo
Segundo relatos, o líder supremo da Coreia do Norte, Kim Jong Um, ordenou a execução de 33 pessoas por terem se convertido ao cristianismo, e por receber ajuda de um missionário batista da Coreia do Sul para abrir 500 igrejas subterrâneas.
Segundo o The Chosunilbo, os 33 convertidos serão executadas em uma célula secreta do Departamento de Segurança do Estado, sob as acusações de tentar derrubar o regime da Coréia do Norte, estabelecendo igrejas subterrâneas. O missionário Kim Jung Wook também foi preso, por tentar plantar igrejas no país no ano passado.
Especialistas afirmam que o objetivo de Kim Jong Um com as execuções é mostrar um o castigo como exemplo para os convertidos no país, como uma forma de intensificar os esforços para fortalecer a doutrina da autossuficiência do país e manter seus cidadãos longe das crenças e práticas capitalistas.
Alguns dos presos relataram terem sido informados de que “o regime entraria em colapso” caso fosse aberta uma igreja em Pyongyang, perto de onde está a estátua de Kim Il Sung, considerado o “fundador da nação”. Porém, outros afirmam que a prisão é uma estratégia do governo para descobrir a localização de igrejas subterrâneas no país.
Ao comentarem a perseguição sofrida pelos cristãos no país, muitos afirmam que isso acontece porque os norte-coreanos estão desiludidos com o regime e estariam buscando no cristianismo uma alternativa à ideologia imposta no país.
Fonte: Gospel+

Pastor promete pagar para fiéis fazerem tatuagem com logotipo da igreja que lidera

Pastor promete pagar para fiéis fazerem tatuagem com logotipo da igreja que lidera
Na última semana, durante um de seus sermões, o pastor Zach Zehnder, da igreja norte americana The Cross Eastlake, afirmou aos féis que pagaria a eles para que tatuassem o logotipo da igreja em seus corpos. A afirmação do pastor, feita durante uma pregação sobre “barreiras culturais” levou quatro membros da igreja até um estúdio de tatuagem, onde marcaram seus corpos com o logotipo da congregação.
Porém, Zehnder afirmou que estava “brincando” quando prometeu pagar aos fiéis para fazer as tatuagens, e disse que tal afirmação era parte de sua explicação sobre não ter preconceito com tatuagens.
- Nós tratávamos sobre tatuagens e eu meio que levianamente – e eu provavelmente estava sendo sarcástico quando eu disse isso – afirmei que eu não sou contra tatuagens e que por isso, se alguém quisesse fazer uma, a igreja iria encontrar dinheiro para isso – disse Zehnder, explicando que estava pregando sobre coisas que dividem as pessoas, como beber ou jogos de azar, quando lhe veio a ideia de falar sobre tatuagens.
De acordo com o site Click Orlando, um dos fiéis a fazer a tatuagem foi William Trigg. Apesar da suposta motivação dada pelo pastor, ele afirma que essa não foi a única razão pela qual fez o desenho em sua pele. Trigg explica que é muito grato pela congregação, por tê-lo ajudado a se livrar das drogas e por sua mãe estar sóbria há 17 meses, depois de 30 anos de vício.
Apesar de afirmar que sua colocação sobre pagar aos fiéis por suas tatuagens era uma brincadeira, o pastor afirma que o logotipo da igreja estampado na pele dos fiéis não é apenas uma grande publicidade, mas, já que inclui uma cruz, um símbolo de “vitória para nós como cristãos”.
Fonte: Gospel+