sábado, 5 de novembro de 2011

Até religiosos reconhecem que rigor científico é mais confiável

Por que esses adoradores de lendas continuam a achar que existem evidência científicas das suas superstições?
(Avelino Bego)

Essa é uma questão muito interessante e a resposta é esclarecedora:

Porque mesmo religiosos, mesmo os mais cegos seguidores de lendas ancestrais, entendem, percebem, reconhecem, que algo que é "cientificamente provado", ou seja, passou pelo rigor do método científico, é mais confiável, mais seguro, mais real, do que o que não passou.

Já disse alguém que a religião daria um braço direito para ter algo com a metade da confiabilidade do método científico.

Quando o Vaticano permitiu que cientistas testassem um fiapo do Santo Sudário (um fiapo, ridiculamente pequeno), eles não esperavam que fosse possível realmente datar o treco.

Esperavam que, resultando em nada, em dúvida, em algo "inconclusivo", pudessem, como sempre, usar esse "inconclusivo" como "evidência: "Os cientistas não conseguiram explicar o Sudário, é um mistério misterioso de deus!"

Mas mesmo com o "fiapo" de pano, três linhas cortadas de uma ponta do treco, os cientistas dataram com precisão o pano, mil anos depois de Cristo.

Foi um vexame total. O Vaticano recolheu o treco, fingiu que "não tem importância, é apenas um simbolo da fé cristã", e nunca mais deixou nenhum cientista chegar perto do treco. Nem do treco, nem de nenhuma outra "relíquia" como o sangue de São Genaro e que tais.

Ciência, desde que não refute nossa crença.

Fonte: Paulo Lopes

Nenhum comentário:

Postar um comentário