quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Árvore de Natal: tradição milenar de povos pagãos

Árvore de Natal: tradição milenar de povos pagãos
A tradição de iluminar o Natal ao celebrá-lo ao redor de árvores surgiu entre povos pagãos escandinavos e germânicos, mas é um costume adotado pelos cristãos há vários séculos. Foram primeiros os germânicos e depois os escandinavos que criaram a tradição de celebrar as festas de final de ano colocando uma árvore de folhas duradouras como símbolo da fertilidade e vida eterna e para afastar os demônios durante todo o ano.
Mas nos tempos antigos as árvores também foram associadas a deuses pagãos. Entre os egípcios, o cedro se associava a Osíris. Os gregos ligavam o loureiro a Apolo, o abeto a Átis, a azinheira a Zeus. Os germânicos colocavam presente para as crianças sob o carvalho sagrado de Odin.
Os povos pagãos enfeitavam as árvores de forma muito semelhante as atuais árvores de Natal. Essa tradição passou aos povos Germânicos e a primeira árvore de Natal teria sido decorada em Riga, na Letónia, em 1510.
Mas a árvore de Natal tal como a conhecemos hoje, provém de uma tradição medieval da Alemanha cristã, que representava a árvore do paraíso, na qual Adão e Eva comeram desobedecendo a ordem divina. A tradição apresentava a árvore com frutos pendurados, representando o fruto proibido e evoluiu para enfeites.
Com os luteranos alemães a árvore adotou a forma da pirâmide, representando a Santíssima Trindade. E no século 19 a árvore de Natal passou a ser considerada uma tradição. Quando isso aconteceu, o antigo costume já havia chegado aos Estados Unidos, levado por colonos alemães, em época de grandes migrações estimuladas pela vigorosa expansão do capitalismo americano.
A tradição chegou a China no início do século 20, quando missionários cristãos europeus chegaram ao país.
(Com informações Folha.com e Wikipédia)

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