quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Google é acusado de por mensagem subliminar com “666″ em seus produtos


 


O Google (6 letras) é a empresa mais valiosa do mundo hoje. Chrome (6 letras) é o nome de seu navegador gratuito e do sistema operacional que deve se popularizar muito em breve. Desde abril de 2007, a Google Inc. acabou com a supremacia em todo o mundo da sua principal concorrente, a Microsoft.
O Google hospeda e desenvolve a ferramenta de busca mais popular da Internet. Além do serviço gratuito Gmail, ela é dona do Youtube. Também tem um serviço gratuito de blogs, o Blogspot, e as redes sociais G+ e Orkut. Juntos, esses são os sites que garantem a empresa o título de “mais popular do planeta”.
Iniciada em janeiro de 1996, como um projeto de pesquisa feito por Larry Page e Sergey Brin quando ainda eram dois alunos de doutorado na Universidade de Stanford, na Califórnia. Foi constituída como uma empresa privada em 4 de setembro de 1998 (1998 = 3 x 666).
Page e Brin havia originalmente batizado sua nova ferramenta de busca de “BackRub”. Depois, mudaram o nome para Google , a partir de um jogo ortográfico com a palavra “Googol” (6 letras). O termo foi cunhado em 1938 por Milton Sirotta.
Googol é o número um seguido de cem zeros, indicando a quantidade de informação que o motor de busca precisava lidar.
Desde sua consolidação no mercado, surgiram críticas sobre invasão de privacidade. Como sobrevive de publicidade, a empresa tem o hábito de rastrear o conteúdo pessoal dos usuários para lhes apresentar comerciais com maior potencial de interesse.
Em outras palavras, a empresa monitora tudo o que uma pessoa faz online e armazena essas informações, como comentários na internet, em redes sociais e, em especial, os e-mails. Ou seja, ela “lê“ tudo o que alguém faz enquanto estiver usando a internet.
Vez por outra surgem teorias que procuram mostrar como os seres humanos serão controlados pelos computadores por causa da crescente dependência de tecnologia. Recentemente alguns sites e fóruns evangélicos trouxeram a discussão sobre mensagens subliminares nos produtos da empresa. Uma das teorias mais populares tenta provar que existe um “666” escondido no logo do Chrome.
O capítulo 13 do Livro de Apocalipse diz literalmente: “E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas,
Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis” (vv 16-18)
Quando o Google anunciou que vai investir no fortalecimento do comércio online, criando um sistema de pagamento similar ao PayPal, as especulações sobre o real interesse da empresa aumentaram. A tendência inaugurada pelo iPad de telas sensíveis ao toque vem sendo anunciada como o futuro da informática. Outra tendência é o crescimento das medidas de segurança online, incluindo a leitura biométrica, como identificador de impressões digitais já existentes em alguns notebooks.
Juntando as duas, não é difícil prever que em pouco tempo todos os usuários da internet terão que se identificar para as máquinas com alguma parte de seu corpo e sem a internet não poderão mais vender nem comprar.
                                                   Veja o vídeo abaixo com uma simulação:

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