sexta-feira, 25 de maio de 2012

Comissão do Senado aprova projeto que oficializa casamento gay; Marco Feliciano protesta e afirma que “foi tudo feito na surdina”

Comissão do Senado aprova projeto que oficializa casamento gay; Marco Feliciano protesta e afirma que “foi tudo feito na surdina”A Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado aprovou lei que altera o Código Civil brasileiro e reconhece a legalidade da união estável entre homossexuais.
De acordo com informações da Agência Senado, o texto de autoria da senadora Marta Suplicy (PT-SP) deverá ser analisado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) antes de ser votado em plenário e então enviado para a Câmara dos Deputados.
Marta Suplicy afirmou que sua proposta apenas oficializa decisão do Supremo Tribunal Federal de reconhecer a união estável: “Eu sinto que foi uma coisa histórica [a aprovação do PLS 612/2011 na CDH], porque o Congresso Nacional nunca aprovou nada para os homossexuais. O meu projeto [PL 1151/1995] que trata da parceria civil, muito aquém do que aprovamos hoje na CDH, está na Câmara há 16 anos e nunca foi votado. E o projeto que combate a homofobia [PLC 122/06] também está há muito tempo aqui no Senado”, afirmou Marta.
O projeto prevê que se os casais homossexuais que vivem em união estável decidirem fazer um requerimento, poderão solicitar o registro civil de casamento, e não apenas de união civil entre homossexuais.

O pastor e deputado federal Marco Feliciano criticou a aprovação da matéria. No Twitter, Feliciano afirmou que tratava-se de uma “vergonha”.
-Vou descobrir os nomes dos senadores que votaram a favor desse projeto de Lei para que todos saibam e possam manifestar. Foi tudo feito na surdina, e a Senadora Marta Suplicy mais uma vez a frente com esse assunto fazendo de tudo pela militância LGBT – afirmou Feliciano.
O deputado questionou ainda se Marta Suplicy tinha recebido votos de evangélicos em São Paulo: “Será se teve algum cristão que votou na Senadora Marta Suplicy em São Paulo? Acorda São Paulo!! Acorda Brasil!!”, e emendou: “Será se nas eleições de 2012 vão continuar votando em quem não é favor da família? Vamos tomar posição, vamos nos unir. Vamos parar isso!”, disse.

Fonte: Gospel+

Um comentário:

  1. Desculpe Pastor, mas reconhecer direitos civis de alguns grupos na sociedade, não é ser contra a familia.

    Vosso,

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