sábado, 1 de setembro de 2012

Evangélico que teve o crânio perfurado por uma barra de ferro afirma: Foi a mão de Deus que me livrou da morte.


Na quinta-feira, 30, duas semanas após o desastre em que Eduardo Leite teve uma barra de ferro de cerca de 2 metros atravessada no crânio, o operário de 24 anos recebeu alta. O jovem evangélico sofreu o acidente na obra em que ele trabalhava, no Rio de Janeiro.

  • Vergalhão atravessado em crãnio
    (Foto:Reprodução)
    Operário sobrevive após ter vergalhão atravessado em crãnio

Em entrevista Eduardo disse que “foi a mão de Deus” que o livrou da morte.
Na manhã de quinta-feira ele deixou o Hospital Municipal Miguel Couto caminhando sozinho. “Por enquanto, eu quero mesmo é me recuperar bem da saúde. Não vejo a hora de chegar em casa e abraçar meus dois filhos”, afirmou o rapaz.
“Hoje, acredito que o que aconteceu comigo realmente foi um milagre”, afirmou Eduardo. O médico Ruy Castro Monteiro, que fez a cirurgia no paciente também afirmou que foi milagre, pois Eduardo não sofreu nenhuma sequela.
De acordo com a equipe médica que cuidou do caso dele, a barra de ferro perfurou a parte posterior da cabeça (o lobo parietal) e saiu por entre os olhos do homem. Ele passou por uma cirurgia de cerca de cinco horas e teve reconstituída a região perfurada.
 A família do operário ficou radiante e já planejava a recepção de Eduardo. “Vamos preparar o prato predileto dele: frango assado com salada e maionese”, adiantou a cunhada, Luciene Aniceto da Costa.
“Vamos providenciar uma festa para agradecer a Jesus Cristo por esse milagre. Ele devolveu meu filho são e salvo”, anunciou Maria Leite, mãe do jovem.
Segundo Luiz Alexandre Essinger, diretor do Hospital Miguel Couto, Eduardo Leite continuará com acompanhamento médico. “Ele virá ao ambulatório de neurocirurgia de 15 em 15 dias. E será submetido a exames para termos certeza de que não houve nada grave”.
O operário usava capacete e equipamento de segurança durante o trabalho na obra, mas não descarta a possibilidade de processar a Construtora PDG, responsável pela construção. Já o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio (Crea-RJ) notificou a construtora, após constatar irregularidades na obra.

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