terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Cientistas investigam se nosso mundo não é uma simulação computadorizada


Cientistas investigam se nosso mundo não é uma simulação computadorizadaCientistas investigam se nosso mundo não é uma simulação computadorizada
Os filmes da trilogia Matrix parecem ter deixado uma marca nesta geração relativa a ideia de que seria possível que nosso mundo fosse apenas uma espécie de “software da vida real”.
Curiosamente, esta questão está sendo levada a sério por cientistas da Universidade de Washington e da Universidade de New Hampshire, que estão investigando uma possível evidência de que nossa realidade seja apenas uma simulação computadorizada feita por seres humanos do futuro.
Martin Savage e Zohreh Davoudi, de Washington e Silas Beane, de New Hampshire, argumentam que estudaram as partículas conhecidas como “raios cósmicos” e que planejam encontrar erros inesperados na realidade que revelam as imperfeições dessa possível simulação.
Savage acrescentou que nesse futuro, os cientistas representariam o universo criando um hipercubo consistente de quatro dimensões, três para o espaço e uma para representar os pontos no tempo.
O doutor Beane e seus colegas propõem que, se estivermos vivendo em uma matriz simulada por computador, esses raios cósmicos provavelmente estão viajando ao longo das linhas que conectam os diversos elementos dessa matriz. Se a rota dos raios cósmicos seguem uma estrutura geométrica precisa, então eles não viriam de todos os ângulos possíveis. Essa seria  uma das “falhas” na matriz virtual, uma inconsistência que poderíamos detectar.
Paralelamente, uma equipe da Universidade de Bonn, Alemanha, estuda a possibilidade que somos frutos de “deuses-programadores” que devem ter uma capacidade de processamento limitada à disposição. Porém, eles devem cometer erros de programação. Essas falhas criariam  erros nessa simulação que deveríamos ser capazes de detectar.
As simulações computadorizadas já são uma das ferramentas mais usadas pelos cientistas hoje.  Esse simuladores permitem estudar praticamente tudo que existe no Universo, incluindo o planeta Terra e até o nascimento das galáxias.
Essas simulações complexas criam matrizes 3D de “células”, ou “átomos”. Elas interagem de forma crescente até formarem o que eles se propõem a estudar.
Como o poder computacional está crescendo continuamente, torna-se razoável pensar que um dia possamos simular o Universo inteiro, detalhe por detalhe.
Nick Bostrom, do departamento de Filosofia da Universidade de Oxford, Inglaterra, sugeriu recentemente que os “criadores da nossa realidade” poderiam ter deixado mensagens nos alertando sobre sua existência. Dentro da filosofia, a questão sobre se existem ou não outros níveis de realidade além deste que afeta nossos sentidos tem gerado questionamentos dos filósofos desde Platão, que propôs a famosa parábola da caverna, onde afirmava que nossa realidade era simplesmente “sombras” de objetos reais que estão em local que somos incapazes de perceber. Com informações de Acontecer Cristiano e Invação Tecnologia.

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