quinta-feira, 21 de março de 2013

Marco Feliciano recebe apoio dos evangélicos: ‘não renuncie!’


Uma grande comoção começou em meio à grande pressão sobre o pastor e deputado Marco Feliciano (PSC), para que ele renuncie ao cargo de presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados (CDHM). Líderes evangélicos e seguidores de Marco Feliciano nas redes sociais começaram campanha de oração ao deputado e clamaram para que ele não renuncie.

  • Comissão de Direitos Humanos
    (Foto: Divulgação/PSC)
    Comissão de Direitos Humanos presidida pelo deputado Pastor Marco Feliciano.


Em seu Twitter com mais de 150 mil seguidores, Marco Feliciano recebeu campanha de oração e apoio para que não cedesse à pressão.
O ativista cristão Julio Severo escreveu: “Marco Feliciano, não renuncie! Mesmo que discordemos dele, não podemos abandoná-lo”.
Silas Malafaia diz: “Ñ é o pastor Marco Feliciano q esta em jogo, muitos sabem q tenho divergências com ele, mas sim uma questão ideológica. os esquerdopatas... para defenderem seus princípios. Isto vale também para Marco Feliciano. Se cederem agora, vão ceder a qualquer pressão.”
“Força e fé! Deus nunca deixa um filho desamparado. #oremos”, escreveu Vendedor de Sonhos.
“@marcofeliciano Estamos todos orando pelo senhor e te aguarda uma grande caravana em Canindé dia 22/03,será benção aquele grande evento”, escreveu outro seguidor.
“Nós Povo de Deus .. Temos Que Levantar Um Clamor , Pois Juntos com @marcofeliciano , Unidos venceremos”, postou Roseane Menezes.

“@marcofeliciano VAI LA PASTOR.. ESTAREMOS ORANDO POR VOCE!! DEUS É CONTIGO!!”
Depois que assumiu a presidência da CDHM, Marco Feliciano tem sofrido grande pressão de líderes e simpatizantes da causa LGBT e esquerda política, além de outros setores da sociedade. Ele é acusado de homofobia e racismo, apesar de negar as acusações. Feliciano acredita ainda que está sofrendo preconceito religioso.
Marco Feliciano foi eleito presidente da CDHM em 06 de março. Todas as sessões, depois de assumir a posição, foram tumultuadas com bate-boca e protestos.
Em meio à pressão contra o deputado na presidência, diversos boatos surgiram de que ele entregaria o cargo. Entretanto, Marco Feliciano disse que não vai reunciar.

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