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terça-feira, 5 de junho de 2012

Silas Malafaia critica medida do governo que pode proibir aluguel de horário em TVs


Silas Malafaia critica medida do governo que pode proibir aluguel de horário em TVs
As informações sobre as novas regras de radiodifusão que estão sendo avaliadas pelo Ministério das Comunicaçõesestão gerando grandes polêmicas, principalmente entre os pastores religiosos como o Silas Malafaia que aluga horários em TVs há 30 anos.
Para ele essa medida de proibir a compra de horários é “outro tiro no pé” do governo do PT, pois querendo prejudicar os religiosos estarão se prejudicando, de acordo com a visão de Malafaia.
“A CPI foi um tiro no pé do governo e essa medida será outra. Eles (governo) vão conseguir unir pela primeira vez eu,Valdemiro Santiago, R.R. Soares e Edir Macedo”, disse citando nome de outros religiosos que também alugam horários em emissoras como Gazeta, Rede TV!, Bandeirantes, CNT, Canal 21 e Rede Record.
O apresentador do programa Vitória em Cristo lembra que essa prática é autorizada nos Estados Unidos, onde tem contrato com duas emissoras, a Inspiration e a Day Star. Com elas o pastor gasta cerca de R$200.000 por mês para manter a programação.
O “novo marco regulatório da radiodifusão” é o novo projeto do Ministério das Comunicações que tentará proibir essa prática de venda de horários nas TVs e emissoras de rádio. Não serão apenas programas religiosos atingidos caso essa medida seja aprovada, programas de compras e de produtoras independentes também se enquadram às novas normas.
Para continuar transmitindo esses programas, as emissoras precisarão comprar essas produções e para não perder a receita gerada nessas negociações, o Ministério vai autorizar a prestação de serviços de dados.
Com informações Radar On-line

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Silas Malafaia aprova abertura que a Rede Globo tem dado para música gospel




Através de seu Twitter o pastor Silas Malafaia elogiou o espaço que a Rede Globo tem dado para a música gospel. Ele se referia exatamente ao Festival Promessas que foi gravado no último sábado, 10, e será transmitido no dia 18 às 13 horas.
“Vamos explodir a audiência da Rede Globo no domingo as 13h! O nome do Senhor será glorificado! 1 hora de louvor e adoração!”, escreveu o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.
Assim que postou essa mensagem, vários tuiteiros contestavam o apoio de um pastor à emissora que sempre foi a “inimiga” dos evangélicos e diziam que o interesse da Globo é apenas comercial.
Malafaia que controla a Central Gospel Music pediu menos hipocrisia aos internautas e ainda os indagou: “Por algum acaso as editoras, e gravadoras evangélicas não tem interesse comercial?”.
Ao perceber que a polêmica se instalou no microblog, Malafaia foi mais enfático e fez um discurso encerrando seu posicionamento sobre o tema. “Vamos deixar de ser ‘Trouxa’! A Biblia diz que onde pisarmos o lugar será nosso. Vamos tomar conta desta “potroca”. Gloria a Deus!!”
Silas Malafaia já afirmou várias vezes que ainda teria um programa na emissora carioca, ao mesmo tempo em que profetisa programas evangélicos nas emissoras, e investe nelas, ele critica o fato da Rede Record, que pertence ao bispo Edir Macedo, não dar espaço para programas religiosos e usar o dízimo dos fiéis para patrocinar novelas e programas seculares.
Ao tentar atrair o público evangélico, a Globo, que já é a emissora de maior sucesso no país, pode dobrar sua audiência e conquistar o público que nos últimos anos tem se distanciado e evitado assisti-la.
Por outro lado a Record tem afastado os evangélicos pentecostais, principalmente depois que o programa Domingo Espetacular transmitiu uma reportagem contra o “cair no espírito”, prática comum entre as igrejas pentecostais.

sábado, 26 de novembro de 2011

Tatuagem é coisa satânica, diz Edir Macedo. Silas Malafaia discorda


 
Tatuagem é coisa satânica, diz Edir Macedo. Silas Malafaia discorda


     Em um texto publicado em seu blog no dia 25 de novembro o bispo Edir Macedo condena tatuagens e diz que elas ferem princípios bíblicos. Em seu discurso ele lembra que a prática de fazer figuras foi desenvolvida por povos pagãos e que a inspiração para elas “foi e é satânica”.
     O líder da Igreja Universal do Reino de Deus ainda citou o texto de Números 33 versículos 51 e 52 onde Deus diz que é para destruir as pedras com figuras. ” Ora, se Deus mandou destruir as pedras com figuras, por que Ele permitiria que figuras pudessem ser gravadas no corpo humano, que é o templo do Seu Espírito?”, questiona Macedo.
    Sua posição a respeito de tatuagem fica mais clara no final do texto: “A meu ver, tatuar é querer parecer com os filhos de Baal. Os filhos de Deus não devem jamais querer imitá-los, mesmo que isso contrarie as regras deste mundo podre.”

Malafaia diz que não é errado

       Em um episódio do programa Verdade Gospel, o pastor Silas Malafaia respondeu a um internauta que questionou se piercings e tatuagens são condenados pela Bíblia.
      Ao contrário do líder da IURD, Malafaia diz que não há porque usar o Velho Testamento como regra para o Novo. “Eu aprendi um princípio que Paulo cita duas vezes em suas cartas: Tudo me é licito mais nem tudo me convém”.
      Para o líder assembleiano não há respaldo bíblico para condenar tatuagens e piercings. “Isso é costume social”, diz ele que fala que acredita que as pessoas condenam a prática por não gostarem delas e não por terem base bíblica para dizer que é pecado usá-las.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Vida Vitoriosa atrai meio milhão de pessoas em Fortaleza

Vida Vitoriosa em Fortaleza atrai meio milhão de pessoas

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   O Vida Vitoriosa para Você em Fortaleza encerrou o segundo dia de programação neste domingo (20/11) em clima de festa. Os números de público e conversões surpreenderam os organizadores e mostraram o potencial do evento coordenado pelo pastor Silas Malafaia.
     Meio milhão de pessoas, de acordo com a Polícia Militar, lotou o aterro da Praia de Iracema nos dois dias e cerca de 10 mil entregaram sua vida a Cristo. A conquista foi celebrada com muito louvor no encerramento e queima de fogos artificiais.
      Este foi o maior público do evento em quatro anos de trajetória, assim como a maior estrutura já montada. O palco de 640 m² erguido sobre a areia totalizava quase 80 toneladas e possuía equipamentos de iluminação e sonorização de última geração. Tudo isso para mostrar que a obra do Senhor se faz com excelência e para levar uma mensagem prática que pode ser aplicada na área social e espiritual.
      Durante os dois dias de programação, a multidão cantou, interagiu e adorou a Deus com importantes nomes da música gospel: Nani Azevedo, Eyshila, Jozyanne, Davi Sacer, Pierre Onassis, Danielle Cristina, Marco Aurélio e Jotta A, jovem de 14 anos que teve seu talento revelado recentemente no programa do Raul Gil e que acaba de assinar contrato com a gravadora Central Gospel Music. Após a apresentação dos cantores, o pastor Silas Malafaia falou sobre os diversos aspectos do tempo sobre a vida do ser humano no primeiro dia e explanou sobre as nuances do pecado no segundo.
     A repercussão do Vida Vitoriosa para Você tem sido tão grande que chamou a atenção até da mídia internacional. Repórteres da CNN e do jornal The New York Times marcaram presença no evento em Fortaleza e entrevistaram o pastor Silas Malafaia, que segue na sua missão de propagar o evangelho e ganhar almas para Cristo.
     A capital cearense foi a 14ª cidade visitada pelo evento. Mas não parou por aqui. O pastor Silas Malafaia e sua equipe se prepara para continuar a viajar pelo Brasil em 2012. Em breve divulgaremos o próximo destino.
Com Informações: AVEC

domingo, 13 de novembro de 2011

Associação de Gays reafirma que Malafaia prega ódio na TV

    A ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) emitiu nota reafirmando que o pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, usa a TV, que é uma concessão pública, para pregar o ódio e a discriminação contra os homossexuais.
     Malafaia tem dito que, como pastor, não poderia odiar os gays, mas, com base na Bíblia, condena a homossexualidade.
    Contudo, de acordo com a nota da ABGLT, o caráter discriminatório do pastor se revelou mais uma vez na entrevista que deu à Época chamando Toni Reis, presidente da associação, de “bandido” e de “safado” e que ia arrombá-lo. Palavras inadequadas “para um líder religioso”.
   Na entrevista, Malafaia disse que ia “funicar” (entendida pela revista como “fornicar) Reis por ele ter usado um vídeo editado com má intenção para pedir ao Ministério Público a suspensão de seu programa televisão.
    O pastor acusou a revista de ter distorcido a sua entrevista ao lhe atribuir a palavra “fornicar”, que na Bíblia é usada para “apontar o ato pecaminoso da fornicação”. Argumentou que, com a gíria “funicar”, quis dizer “ferrar” e “derrotar”.
    A nota da associação cita “funicar”, mas não a polêmica que a palavra suscitou. Também não aborda a acusação de Malafaia de que Reis se valeu de um vídeo adulterado para acusá-lo de incitamento à violência.
     A associação argumentou que a liberdade de expressão e a religiosa não estão acima dos demais direitos fundamentais previstos na Constituição. Por isso acredita estar no “caminho certo” ao pedir às autoridades a  avaliação da permanência no ar do programa de Malafaia.

sábado, 12 de novembro de 2011

Após polêmica, Pastor Silas Malafaia explica significado de “funicar”


 


O pastor Silas Malafaia, líder da Igreja Assembléia de Deus Vitória em Cristo, afirmou, em carta enviada à revista ÉPOCA, que não usou a palavra “fornicar” na entrevista concedida e publicada ontem no site de ÉPOCA. Ele afirma ter dito “funicar”, palavra que não consta nos quatro principais dicionários brasileiros de língua portuguesa nem em dicionários de gíria consultados pela reportagem. Segundo o pastor Silas Malafaia, a palavra é uma gíria comum no Rio de Janeiro e significa “ferrar”, “arrebentar”.
Leia abaixo íntegra da resposta do pastor Silas Malafaia.
Sempre tive o maior respeito e consideração pela lisura das reportagens da revista Época, tanto é que, em agosto deste ano, dei uma entrevista ao jornalista Elizeu Junior que rendeu três páginas na publicação, com o título: Governante vai ter de dizer em que acredita. O repórter colocou minhas respostas na íntegra e respeitou inclusive o meu estilo de falar, como por exemplo: “Nego só botava coisa ruim sobre os evangélicos”. Neste contexto, a palavra nego é uma gíria. Outro exemplo: “é o mais famoso dos gays, e não tem voto, não tem porcaria nenhuma”. A palavra porcaria, nesse trecho da reportagem, também pode ser considerada uma gíria. A matéria recebeu vários elogios, e foi uma das mais comentadas no site da revista Época.
No último dia 10 de outubro, concedi novamente entrevista a essa publicação semanal. Desta vez, ao jornalista Humberto Maia. Entretanto, fiquei chocado e terrivelmente indignado com a deturpação de uma gíria que usei na minha fala. Mencionei que eu ia “funicar” Tony Reis pelo mau-caratismo ao manipular um vídeo, retirando 40 segundos de uma mensagem minha de 17 minutos e colocando minha fala fora do contexto. E esse mesmo vídeo foi usado por ele para me denunciar ao Ministério Público Federal, a fim de acusar-me de homofóbico e retirar o meu programa de TV do ar.
A maneira que tenho de me defender, porque sou cidadão brasileiro e tenho meus direitos, é entrar com uma ação na justiça e incriminá-lo acerca desta baixaria. Foi com esse sentido que usei a palavra “FUNICAR”, uma gíria que significa “ferrar”, “arrebentar”. Já “FORNICAR” é uma palavra definida no dicionário como relação sexual extraconjugal, palavra esta repetidas vezes usada no Novo Testamento. Se eu como heterossexual não fornico com outra mulher porque é pecado, imagine, com um homossexual. Seria a maior piada de mau gosto do ano. O jornalista, ao tentar justificar-se, coloca a gravação da minha entrevista como nota de redação na reportagem publicada, onde todos podem constatar que não utilizo a palavra fornicar, mas sim, funicar. 
Ao conversar com o jornalista que fez a matéria, lembrei a ele que, quando não se conhece uma palavra, a imprensa tem a obrigação de colocar entre aspas, mesmo que a palavra seja errada ou não exista, e que, em hipótese alguma, pode colocar algo que o entrevistado não falou. O repórter apresentou suas desculpas e me pediu para que eu escrevesse a minha defesa. Muitos não concordam com o meu jeito de falar porque uso gírias, o que é um direito deles discordarem de mim, assim como também tenho o direito de usar as gírias, porque é a maneira pela qual eu me expresso para as pessoas me entenderem. Utilizo este critério até quando eu estou ministrando as minhas pregações.
Espero que a revista Época continue a ser fiel ao que o entrevistado fala, mesmo quando são mencionadas palavras erradas ou gírias. Isto é um jornalismo isento e imparcial. E o Sr. Tony Reis que me aguarde. Vai ter que provar na justiça que sou homofóbico.

Fonte: Revista Época

domingo, 6 de novembro de 2011

Malafaia vai à Justiça contra líder gay sob acusação de uso de vídeo editado

Pastor acusa movimento gay
de ter dado 'golpe baixo'
     O pastor Silas Malafaia (foto), da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, vai processar Tony Reis, presidente da ABLGT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Travestis) por ter usado um vídeo editado para pedir providências ao Ministério Público para que o seu programa de TV fosse retirado do ar.
         O vídeo, originalmente postado no Youtube, extraiu do programa o trecho em que o pastor diz que a Igreja Católica tinha de “baixar o porrete em cima deles” [homossexuais] porque “ridicularizaram” símbolos religiosos na Parada Gay  deste ano. Em seguida, o vídeo mostrou trecho da reportagem da Band sobre o caso de um casal de gays que tinha sido agredido por homofóbicos, dando a entender que foi uma consequência da pregação do pastor.
        O pastor vai anexar ao processo a íntegra do seu programa e o vídeo citado pela ABLGT. Lauro Jardim, da Veja, informou que Malafaia anunciará neste sábado a decisão de recorrer à Justiça.
Na semana passada Malafaia acusou o movimento gay de ter dado um “golpe baixo”.

Vídeo citado pela ABLGT 



Malafaia acusa este vídeo de ter sido manipulado por Paulopes

sábado, 5 de novembro de 2011

Fundador de grupo para “cura de homossexuais” chama Silas Malafaia de idiota



      Juntamente com João Luiz Santolin e Liane França, o professor de inglês, filosofia e teólogo carioca Sérgio Viula, 42 anos, foi um dos fundadores do Movimento pela Sexualidade Sadia (Moses). Trata-se de uma ONG evangélica que tem como objetivo ajudar pessoas que desejam deixar de ser gay.
      Ele conta que teve seu primeiro relacionamento homossexual aos 12 anos e aos 16 ingressou em uma igreja neopentecostal, passando depois para uma igreja batista, onde chegou a ser pastor.
Ainda adolescente Sérgio aderiu ao programa de restauração e abandonou a homossexualidade. Casou, teve dois filhos e acompanhava de perto os métodos de reorientação sexual usados pelo MOSES.
      Porém, ele acredita que essas ações em busca da mudança de orientação sexual não funcionam e apenas causam dor a quem se submete a elas. Hoje, é um crítico desse tipo de programa: “Na verdade, ex-gay não existe, é pura auto-sugestão. Eu comecei a ir à igreja e percebi que os homossexuais não tinham como lidar com suas dificuldades, por falta de orientação das lideranças, então decidi fundar o Movimento pela Sexualidade Sadia. Foi aí que comecei realmente a dizer em momentos oportunos que era ex-gay”.
Sérgio trabalhou no MOSES de 1997 a 2003. Porém, entende que o grupo realizava um tipo de “lavagem cerebral”. Ele acredita que apenas enganou a si mesmo pensando que sua atração por pessoas do mesmo sexo poderia desaparecer apenas com orações e dedicação a Deus.
“Você tem que se isolar do seu antigo círculo de amigos, começar a se enfiar nas reuniões da igreja, fazer sessões de aconselhamento, orar, jejuar, essas coisas. Quando acontecia de alguém se envolver com outro homossexual, ele tinha que confessar o que fez. No grupo, basicamente, pensávamos que ser gay fosse pecado, que devia ser confessado e abandonado. Para isso fazíamos proselitismo, aconselhamento, oração, pregação, recomendávamos certos livros, leitura bíblica, coisas que os crentes geralmente fazem, mas com foco na homossexualidade, sempre demonizando a homo afetividade, infelizmente”, relembra Sérgio.
       Depois de 18 anos envolvidos com a igreja evangélica, Sérgio resolveu se assumir gay de vez depois de uma viagem à Cingapura, quando ficou com um filipino.
       Ele lembra que não foi fácil se desligar, “Houve perseguição por parte do MOSES, muita gente ficou em choque. Mas meus filhos nunca criaram problemas”. Ele conta que a filha de 12 e o filho de 11 tem um bom relacionamento com ele e seu atual parceiro, Emanuel.
     Questionado sobre a posição do pastor Silas Malafaia que é um dos evangélicos mais combativos da causa homossexual, ele não poupa críticas. “Ele é um idiota! Atua na base da má-fé mesmo, com interesses financeiros, projetos de poder, etc. E diz ele que nunca foi gay, será? Fico muito desconfiado de gente que gasta tanta energia e dinheiro para combater algo que não tenha nada a ver consigo mesma. Entendo heterossexuais que compreendem os riscos da homofobia, mas não entendo heterossexuais que quase surtam só por saberem que os gays estão felizes, saudáveis e produzindo para o país…”
      Sérgio conta ainda que depois de assumir sua condição, muitas igrejas o convidaram para que ser pastor, inclusive a Comunidade Metropolitana, conhecida pela defesa dos homossexuais.
     Contudo, Sérgio não aceitou e explica que abandonou o ministério não por causa da sua sexualidade, mas principalmente por não crer mais em Deus: “Nem deus, nem escrituras, nem igrejas passam pelo crivo da razão, e não me refiro à razão de uma mente brilhante como a de Nietzsche, Darwin, Sartre, Hopkins, Dawkins, etc., refiro-me à razão de uma mente mediana como a minha. Não posso ir contra mim mesmo e contra aquilo que enxergo tão distintamente. No entanto, defendo a liberdade. Por isso, crer e não crer são coisas que não podem ser controladas, coibidas, exceto quando colocam os direitos humanos em xeque”.
    Ano passado ele lançou o livro “Em busca de mim mesmo”, onde relata que “sair do armário” foi a decisão mais acertada da sua vida, e pretende contribuir para que outras pessoas façam o mesmo, principalmente aquelas oprimidas por motivos religiosos”.
    Questionado sobre o que diria aos gays que buscam ajuda nas igrejas ele é enfático: “Conversão religiosa que não admite sua homossexualidade não merece seu tempo e talento”.

Com informações A Capa