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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Após entregarem ofertas, crianças são supostamente “batizadas com ouro”

 

     Durante um culto na cidade de Canoas, no Rio Grande do Sul algumas crianças foram “batizadas com pó de ouro”, os casos foram comemorados pelos pastores e pais das crianças que estavam aprendendo a entregar ofertas e dízimos.
     O primeiro garoto que recebeu o ouro estava entregando seu par de tênis como oferta. O pastor mostra o garoto chorando ao entregar o único calçado que possuía.
    Outro garoto também foi marcado com pó de ouro em sua cabeça, ele tinha comentando com a mãe que queria levar seu dízimo à igreja.
“A mensagem de hoje foi de que aqueles que acreditam iriam sair com as mãos cheias de ouro”, disse o pastor.
    Não há informações sobre o nome da igreja onde as cenas foram gravadas, apenas encontramos a informação de que está localizada no bairro Matias Velho e que eles estavam na 3ª noite de Jubileu e que o pregador era o pastor Joel Engel, do Ministério Engel.
     Em um segundo vídeo a mãe do garoto diz que chegou a lavar a cabeça de seu filho para tirar o pó, mas quando ela voltou para a igreja o pó de ouro apareceu novamente. Ainda há um terceiro vídeo onde a criança e seus pais são entrevistados e contam o que o garoto sentiu quando resolveu entregar seu calçado como oferta.






quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Em Londres, enfermeira afirma que Bíblia a impede de usar calça

Hannah foi transferida de seção
      A enfermeira de parto Hannah Adewole (foto), 45, se recusa a usar a calça do uniforme do hospital da Universidade da Cidade de Londres porque, segunda ela, a Bíblia proíbe que mulher se apresente com trajes de homens. Hannah cita Deuteronômio 22:5: “Não haverá traje de homem na mulher, e nem vestirá o homem roupa de mulher; porque, qualquer que faz isto, abominação é ao Senhor teu Deus”.
      O hospital disse que o uniforme é obrigatório para evitar contaminação dos pacientes, mas Hannah argumentou que se sente discriminada porque, se fosse muçulmana, teria autorização para usar hijab.
     Por ter sido transferida para a ala de pós-parto, ela recorreu à Justiça contra a administração do hospital. “Uma enfermeira muçulmana não teria sido tratada de maneira tão desrespeitosa”, disse.
    Seu argumento é de que, como cristã, tem de seguir o que determina as escrituras. "Eu acredito que a Bíblia é a verdade de Deus e suas palavras têm de ser obedecidas incondicionalmente”.
    Disse que, quando foi admitida em março de 2008, o hospital lhe garantiu que poderia usar saia. Na sala de parto, ela usava um avental sobre o vestido até março de 2009, quando a enfermeira-chefe disse que ela teria de adotar o uniforme.
   Hannah afirmou que há hospitais que permitem o uso de vestido, o que, para ela, significa que a questão da contaminação é irrelevante.  Por isso o que está havendo, na verdade, é “intolerância religiosa”.
  A sentença da Justiça foi de que o uso do uniforme se justifica porque é uma medida de controle de infecções.

Com informação das agências.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

" Noiva sem calcinha é satanás na cabecinha e vagina careca é o diabo na boneca " , afirma padre.

Quando a noiva entrou na igreja da paróquia Sagrada Família, de Maceió (AL), o padre Jonas Mourinho, 68, já se sentiu incomodado. A professora Enislene Alcântara, 25, estava com um vestido com um longo decote nas costas.

Minutos depois, o padre surpreendeu os noivos e os 230 convidados. Parou a cerimônia, chamou  uma auxiliar - a ministra da eucaristia - e pediu que  Enislene acompanhasse a religiosa até um aposento da igreja para uma revista básica.

O padre avisou ao noivo que a revista era necessária pois ele suspeitava que a noiva, além do decote, não usada roupa intima! E sem calcinha, não tinha casamento.

Burburinho na igreja, saia justa no altar. Longos minutos se passaram enquanto a enviada do padre dava uma geral no noiva. E quando voltou vaticinou: Tá sem calçola padre.

- Então, pronto! Não caso!

O padre já foi logo comunicando aos pais da noiva, padrinhos e a tropa no altar que daquele jeito, não haveria casamento. O burburinho aumentou, teve riso, teve choro, um fuzuê danado, mas Mourinho avisou aos convidados que a cerimônia não seria realizada porque a “noiva não estava respeitando o altar sagrado”.

Foi quando a ministra da eucaristia completou:  

- E tem mais seu padre, a piriquita da noiva não tem pena não!

"Como é minha irmã?" , disse um padrinho.

- Pois, estão padre,  é igual a bumbum de nenê. Tudo raspadinho, lisinho!

- "Careca?" , perguntou o padre aos berros.

Enislene protestou, o noivo ensaiou uma defesa, mas os padrinhos caíram na gargalhada e o padre já improvisou um sermão: “Os pêlos pubianos marcam a transição entre a infância e a vida adulta, portanto retirá-los seria realizar um apelo pedófilo para a prática sexual”.

Foi um rebu na paróquia!

Depois, a amigos, Enislene disse que estava, sim, sem calcinha e que o padre não tinha nada com isso. Argumentou que, se ele notou, é porque “estava pensando em ‘taradice” com ela, “em vez de celebrar o casamento”.

O padre não respondeu à noiva, mas mandou colocar nas apostilas do curso de noivas os avisos: ‘noiva sem calcinha é satanás na cabecinha’ e ‘vagina careca é o diabo na boneca’.
O episódio ocorreu ao final do mês passado. Os pastores podem respirar aliviados. Enislene   anunciou que o casamento será realizado em um terreiro de umbanda, em homenagem à religião dos pais do noivo.

Cá entre nós, está noiva teve até sorte. Se fosse numa neopentecostal além do vexame ia ser desencapetada no dia do casamento:  

- Sai exu pomba gira! Arreda espirito de Marcelo Tás!



Com informações de  Paulo Lopes, do portal NE10, Robson Pires , entre outros e Genizah